sábado, 24 de maio de 2014

Ela deveria ser eterna.


Ao ler ''ela deveria ser eterna'', tenho certeza que uma grande parte vai pensar: ela deve tá falando da mãe.
Afinal, isso se tornou um daqueles clichês; clichês onde filhos se lamentam por suas mães não serem eternas.
Que dia seria melhor para fazer isso, se não no dia do aniversário da minha mãe? 25 de maio foi uma das primeiras datas que decorei. O dia da mulher da minha vida. Minha amiga. Meu amor. Meu ''todos adjetivos possíveis''.
Ela que abriu mão de um corpo perfeito quando decidiu ter um filho. Me carregou por nove meses em sua barriga, e desde então, somos ligadas. Ligamento que vai além de um cordão umbilical. Ligamento que nos une até hoje. Que gera dependência mesmo na fase adulta. Que faz com o que ela saiba o que sinto ao olhar pra mim. Que faz ela ter vontade de bater na dentista se ouve meus gritos no consultório. Que faz ela levantar da cama pra ver como vai minha febre quando estou doente, mesmo depois de 22 anos. Que faz ela me defender em qualquer conversa que ela esteja. Que faz ela encher os olhos de lágrimas ao pensar que sua filhota vai casar. Que me faz perceber o quanto me ama apenas ao olhar pra mim.
Com ela as arengas não duram muito tempo. Com ela não tem orgulho. Com ela não tem birra nem frescura. Com ela não tem tempo ruim. Com ela há uma conexão que só o cordão umbilical poderia explicar.
Ela sabe das minhas limitações, ela me ajuda e respeita. Ela me compreende quando ninguém mais consegue este feito. Ela me ama mesmo eu sendo chata e insuportável.
Com ela aprendi a crescer, com ela aprendi a querer ser uma mulher melhor.
''Mãe, seria tão bom se por um descuido Deus te fizesse eterna... Ele não poderia ter me dado mãe melhor. Se um dia eu for metade do que a senhora é, eu estarei completamente realizada. A senhora me inspira. Sua dedicação, sua paciência, seu amor e seu carinho me fascinam. Obrigada por tantas noites mal dormidas, pelas dores de cabeça, pelas preocupações alheias, pelas brincadeiras (que guardo com carinho em minha memória-sim,eu lembro!), por ter sido a mãe mais legal e que deixava eu e minhas amigas usarmos seus sapatos para brincarmos, por ser minha defensora em tempo integral, por ter dedicado a maior parte de sua vida a mim...Obrigada por esse amor que só pode ser divino. Mesmo com meu jeito bastante insuportável na maioria das vezes, tenho certeza que a senhora não só sabe, mas sente o QUANTO TE AMO! Obrigada por mais um aniversário! O dia é da senhora, mas quem ganha o presente sou eu! E não vou guardar só pra mim, porque o presente é nosso, de cada pessoa que convive com a senhora, cada um que convive com esse tesouro de valor inestimável. Parabéns mãe. A senhora é um exemplo para cada menina, para cada mulher que te conhece. E que eu um dia possa retribuir tanto amor! Beijos de sua filha que tanto te ama.''
É, ela merece o mundo. Ela merece o melhor. Um café da manhã em sua cama, um presente, um beijo, um abraço, uma carta e um eu te amo não seriam suficientes. Afinal, ela é minha mãe!
Que eu possa aproveitar cada minuto ao lado dela. Porque ela não é, mas deveria ser eterna.

Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?

Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
       
Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 29 de abril de 2014

Foi por causa dela.

Exatamente. Foi por causa dela.

Tudo começou faz uns 17 anos. Eu era filha única, e amava isso. Mas eu queria muito ter um irmão... E enquanto Deus providenciava isso, ele ''mandou'' uma cachorrinha que faria o papel de irmã, de confidente e de amiga enquanto ele não chegava. Foi quando no meu quarto aninho, uma tia minha me deu de presente uma linda poodle. Amor a primeira vista! Mas nem era lá essas coisas. Como toda criança, eu brincava e arengava muito com ela. E a batizamos de Hanna (quem conhece minha história com ela já deve estar pensando: ''nossa, agora vai começar a melancolia''. E é isso mesmo! Caso não concorde, faça um favor para todos e não termine esta leitura!).
Os anos passaram e ela foi uma companheira e tanta. Mas ela não era tão apegada a mim.. Como todos sabem, o cachorro escolhe um dono para ser fiel e amar mais que aos outros. E ela escolheu minha mãe. Então nossa relação sempre foi de amor, mas um amor meio que distante. Quando viajávamos, ela ia conosco. Quando íamos a praia, ela também ia. Ela era da família. Era nossa família. E a família cresceu, ela teve cinco filhotinhos lindos e perfeitos. Lembro como se fosse ontem quando a bolsa dela estourou... nossa preocupação, nosso medo, o trabalho de parto, o filhote que ficou enganchado com as patinhas pra fora.. Mas graças a Deus,depois de muito trabalho, todos nasceram saudáveis! Demos os outros quatro e ficamos com um. Meu Mike. Minha paixão enquanto Hanna estava com minha mãe. Meu magricelo, meu apego,meu xodó. Xodó que não durou muito tempo, que me abandonou depois de ter sido envenenado (sabe lá Deus se foi uma cobra ou bola mesmo) e tido uma morte trágica e traumatizante pra mim.-E...Sem mais comentários.-
Um belo dia, acho que eu estava na sétima série, recebi a ligação da minha mãe no meio da aula, dizendo que ela estaria grávida. Ah...que sensação inesquecível! Ali eu aprendi que meu Deus realizava sonhos.. Mas é aí que a história toma outro rumo. Quando Daniel nasceu, minha cachorrinha teve uma crise de ciúme muito forte (relata a veterinária) e nasceram alguns tumores em seu corpo. Prova de que isso era verdade? Quando colocávamos meu irmão pra ela cheirar, ela saía de perto, olhava de banda pra ele e não entrava no quarto dele. E de repente a Hanna desapegou da minha mãe.. Foi nesse momento que começou nossa história de forma mais intensa. Ela estava debilitada e carente, e eu, sem perceber, me aproximei dela. Dormíamos juntas. Eu passeava mais com ela. E a rotina já havia mudado sem percebermos, tudo dela era comigo. Devido aos tumores, ela passou por uma cirurgia e todos estávamos preocupados, afinal, ela já era velhinha...Mas ela sobreviveu e melhorou. Mas não por muito tempo. Foi quando a história se repetiu e os tumores voltaram piores. E nesse cuidado e nesse amor maior, só eu e ela sabíamos o que sentíamos. As festas e latidos quando eu chegava em casa. As lambidas em minha mão quando eu estava no chão chorando. O rabinho entre as pernas quando eu brigava com ela e rapidamente um carinho de reconciliação. As dormidas em minha perna. Os latidos sem parar quando eu saía de casa. Aquele olhar meio acinzentado devido a catarata que me conquistava. Os choros intensos toda vez que eu achava que eu ia perdê-la. Os alívios quando isso não acontecia. Os pulos nas piscinas ao meu lado. Os latidos ferozes quando alguém fingia que batia em mim pra me proteger(E há aqueles que dizem que cachorros não sentem!). Era tudo tão verdadeiro e único...
Mesmo debilitada, depois da primeira cirurgia e de nascerem novamente os tumores, passaram-se mais sete anos com ela ao meu lado.  Foi quando meu pesadelo começou... Ela estava com câncer e estava em metástase. Espalhou por todo seu corpo. E ela resistiu. Lutou. E sei que seu amor por mim teve grande contribuição para isso. Eu simplesmente sei.
Depois de 16 anos ao meu lado, eu não imaginaria minha vida sem ela. Idas e vindas ao veterinário. Remédios. Carinho. Nossa vida se resumiu a isso. E passaram-se alguns meses, ela ainda estava lutando. Nunca conheci um cachorro tão resistente quanto ela! As pessoas diziam que ela tinha sangue de vampiro. Foi quando tudo piorou. As convulsões começaram. Febres altíssimas. Desidratação. Falta de apetite. E eu relutando em acreditar que nosso momento estava no fim.. Cada dia era uma luta para nós duas.. Não queríamos nos deixar. Ela entendia minhas lágrimas. E eu entendia seu olhar distante e vago. Foi quando ela parou de andar. E eu decidi não deixa-la mais sofrer! Ah.. decisão que dói em meu peito até hoje, mesmo sabendo que foi o melhor para ela!
Era um sábado, quando logo cedo avisei aos veterinários dela que decidi fazer a eutanásia. Acordei, coloquei ela no braço e fui até nosso jardim.. Ela já não ficava mais em pé. Não fez xixi. Seus olhos olharam nos meus pela penúltima vez,sem brilho. E eu cantei. Cantei assim: ''MEU AMOR É COMO FOGO, ARDE COMO O SOL! AS ÁGUAS NÃO PODERÃO O AFOGAR MEU AMOR, NÃO SE APAGARÁ!'' E cantei. cantei muitas vezes. Cantei enquanto enchia meu coração com lembranças. Cantei enquanto olhava pra ela deitada em seu travesseiro,com sua respiração ofegante e seu olhar distante, mas ao mesmo tempo tão fitos em mim... Com muito pesar, mas com um certo alívio e o apoio dos meus pais, nos dirigimos a clinica veterinária. Eu não queria que a viagem no carro acabasse. Eu queria eternizar aquele momento e mudar a rota. Não a tirei dos meus braços pra nada. Ao chegar, eu estava segura e confiante. nem sequer havia derramado uma lágrima. Foi quando algumas funcionárias que sabiam da minha história com ela olharam pra mim e seus olhos falavam o pesar que sentiam por mim. Olhei para o lado e vi minha mãe engolindo o choro. Foi quando a ficha caiu! Era meu ultimo momento com ela. Não podia ser! Em meu coração eu suplicava,eu gemia, eu já não suportava a ideia...Alisei. Dei carinho. Abracei. Guardei aquele abraço. Ela sabia que meu amor naquele momento era o mais sincero amor que ela já havia recebido. E o médico chamou. Em meus braços, cada passo em direção a sala era como uma faca que entrava em nosso coração ao mesmo tempo. Eu não estava sozinha. Tinha uma amiga do meu lado me dando apoio. Aquela que passou algumas noites sem dormir comigo e a segurava em seus momentos de convulsões quando eu saía para chorar. (Obrigada Gabi!).
Entramos na sala.. O veterinário não conseguia achar uma veia sequer para aplicar anestesia. Depois de muitas tentativas (e eu cantarolando eu seu ouvido), ele decidiu aplicar na sua tão frágil coxa o remédio para ela dormir.. E eu firme e forte, estava me despedindo em seu ouvido. Dei meu ultimo beijo.  Seus olhos olharam nos meus pela última vez. E meu mundo começou a desabar. O chão ficava cada vez mais longe, e piorou quando a Gabi olhou pra nossa cena e começou a chorar. Ao telefone, em lágrimas, dizia para a sua mãe que eu estava me despedindo da Hanna. Me derramei. Segurei firme suas patas e ele aplicou o remédio. O remédio que a faria descansar antes do terrível momento. O remédio que a faria dormir e não sentir nenhuma dor. Mas num é que a filha da mãe ainda teve forças para morder o veterinário quando ele enfiou a agulha nela? Entre lágrimas e risos, eu me despedi. Mais um beijo. E a vi dormir... Esse foi meu ultimo momento ao seu lado. Sem dor, sem convulsões, sem sofrimento. Um sono profundo que a livrou de tudo. Um sono que nos separou e fez assim eternizar nossas lembranças.
Passei algumas noites sem dormir em casa... Minha mãe jogou fora seus remédios, travesseiros e tudo que me lembrava ela. Eu não suportava.
Lágrimas lavavam minha alma. Lembranças me acalmavam.
Passaram-se muitos dias/meses para que eu me recuperasse.
Não aguentava ver nossas fotos juntas.
Não aguentava dormir sem ela no meu quarto.
E os meses foram passando.
Um ano.
Faz um ano que ela me deixou. E esse texto é em sua memória. Se eu pudesse falar alguma coisa pra ela e ela entendesse literalmente, minhas palavras seriam: ''Obrigada por fazer 16 anos da minha vida uns dos mais felizes. Obrigada por me ensinar a amar incondicionalmente. Obrigada por brincar comigo quando eu era criança. Obrigada por me fazer parar de chorar na minha adolescência. Obrigada por ser uma companheira fiel na minha juventude. Te amei tanto quando você me amou. Nossa história foi linda,inesquecível e verdadeira. Será pra sempre contada. Sinto sua falta. Daria tudo pra te eternizar,mas nosso amor será eterno e como eu disse naquele dia, as águas não poderão o afogar meu amor, não se apagará!''.
Pesquisas dizem que crianças criadas com cachorros se tornam mais responsáveis e humanas. Sou prova viva disso. Você se torna uma pessoa melhor sim. Se meu coração já tinha tudo para ser tão grande assim, seu eu já tendia a ser uma pessoa tão dedicada e preocupada com as pessoas que vivem em meu baú de tesouros, ela definitivamente me ajudou nisso tudo.
Exatamente. Foi por causa dela.





quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Controvérsias


Um dia você chora pela morte de um ente querido, no outro celebra o nascimento de um bebê. Sentimentos tão distintos e que andam quase sempre juntos. São esses sentimentos que têm feito parte de mim de maneira muito forte nesses últimos meses. Mas algumas palavras específicas me definem nesses últimos dias. Não apenas palavras. Emoções. Mistos de emoções. Incertezas. Medos e angústias. Sonhos. Conquistas. Saudade. E hoje entrou mais uma: a revolta. Vivendo numa sociedade com valores trocados, tento cada dia mais defender minhas ideias e conceitos. Uma sociedade que luta por ideais tão fúteis! Sociedade tão conformada e que se cala em meio a aspectos tão importantes. Um gigante que um dia se levantou para lutar por seus direitos, permanece em silêncio. Enquanto isso, pessoas inocentes são vítimas de uma desestrutura sem tamanho. Morte. Ah...Muitas pessoas morrem todos os dias e só nos damos conta disso quando alguém da alta sociedade é quem sofre as consequências dessa ''vida injusta''. Perder alguém? Era pra ser algo normal, mas nunca me acostumei com a morte. Elas mudaram para sempre o que sou. Não todas,claro. Eu nunca mais poderei ser a mesma. Há vazios que nunca serão preenchidos. Elas se foram, não vão mais voltar. E isso dói. Mas diz a lenda que é assim com todos. Ter fé ajuda. Ter amigos. Certamente os amigos que temos são nossas maiores conquistas. E Ter ideais. Lutar por eles. Amar incondicionalmente, sem orgulho e por completo. Perdoar, não porque alguém merece, mas pra viver em paz. Viver. Viver bem e viver um dia por vez. E chorar. Chorar faz bem. Há substâncias envolvidas nesse processo que nos fazem nos sentir mais leves após um choro que vem do fundo do coração. E depois vem o alívio. Lava a alma. Digo por mim, claro.Chorar. O choro da felicidade. O choro da tristeza, O choro da saudade. Sentimentos tão distintos e que andam quase sempre juntos...

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Sobre o sistema de cotas



Oi gente! Oficialmente meu primeiro post. Não tinha planejado nada, mas hoje foi um daqueles dias que você precisa respirar um pouco e descansar a mente...Então, aconselhada pelo melhor amigo,amor e futuro esposo, vim escrever um pouco.
Pesquisando um pouco sobre cotas pra poder dar uma opinião mais clara e específica, encontrei que "Também chamada de ação afirmativa, é uma forma de reservar vagas para determinados grupos. O sistema de cotas foi criado para dar acesso a negros, índios, deficientes, estudantes de escola pública e de baixa renda em universidades, concursos públicos e mercado de trabalho(...)É um caminho visto por alguns como a redução da exclusão e visto por outros como uma segunda forma de discriminação." (http://sistema-de-cotas.info/)
Não acredito que as cotas funcionem na ajuda para os negros, sou dessas que vê como forma de discriminação, como o próprio site afirma. Já as cotas para pessoas que estudaram em escolas públicas eu super apoio, pois na minha opinião, o sistema público não oferece a mesma qualidade de ensino de uma instituição privada, devido a tantas coisas, que não preciso nem citar. (Falando nisso, a UFAL que terá greve mais uma vez, e acontecerá logo logo, é uma prova disso.) Cotas para índios, deficientes e pessoas de baixa renda também concordo, embora existam casos onde alguns se deram super bem em vestibulares mesmo estudando em colégio público (Ah, sobre cotas para deficientes, vi uma reportagem linda que fala sobre uma pessoa com síndrome de down que foi aprovada em 1º lugar por esses dias no curso de técnico de informática em algum lugar aí).
O meu foco nesse assunto é a novidade da proposta de mais uma cota, a cota para EVANGÉLICOS, onde o deputado estadual capixaba Rogério Medina do PMDB, sugeriu a reserva de 10% das vagas em concursos públicos no Espírito Santo para evangélicos. Não vou entrar em detalhes sobre o quanto ele está sendo atacado, mas, ele meio que fez por merecer. Afinal, dizem que de boa intenção o inferno está cheio. Minha opinião? Claro que não concordo! Sou evangélica e isso não muda ABSOLUTAMENTE NADA. Acho TOTALMENTE desnecessário, óbvio! Passa em concurso público quem estuda, e isso não depende da religião de ninguém, muito menos do preconceito que possa existir (o que seria daqueles de religiões africanas? Esses sim sofrem preconceito). Tudo na vida tem que ser feito com respeito ao próximo e sua opinião, isso é o que penso.

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Voltei,e voltei para ficar!

Estou de volta!
Nesses últimos dias postei alguns textos na internet, e enquanto os digitava, relembrava o prazer que é expor o sentimento através das palavras. Afinal, eu sou melhor com as elas quando estou escrevendo. Escrevo mil coisas que não sairia pela boca. As palavras fluem melhor quando tenho tempo de ordená-las.
Impulsionada por algumas amigas, eu fiz esse blog há muitos anos. Postei algumas coisas,pouquíssimas coisas. Após um certo tempo, meio que sem incentivo e com tantos outros acontecimentos e focos,esqueci que ele existia! Coitado, todo empoeirado e desamado, foi esquecido pela dona.
Entrei no site hoje e vi que quase todo dia algumas pessoas o visualizavam, mesmo com quase nada que prestasse. Juntando uma coisa com a outra, resolvi reergue-lo! Aqui vou compartilhar algumas experiências, sonhos, pensamentos e qualquer outra coisa que eu queira. Se quiser saber um pouco mais, pode acompanhar, será apenas um hobbie para mim e talvez um passatempo pra você.
Sim, para quem não sabe, eu meio que gosto de escrever.
Então... esse textinho é pra explicar como ele nasceu e que o blog da Débora está de volta!
Beijinhos